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Quarta-feira, Dezembro 17, 2008
Naquele escritório era assim. Todos os anos, pelo Natal, eles procuravam
uma família que necessitasse de assistência para comemorar o Natal.
Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma família que havia
sofrido várias tragédias nos dois anos anteriores.
O Natal deles seria magro e triste.
Então, durante um mês, todos no escritório foram colocando
as doações em dinheiro dentro de uma lata decorada.
Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai,
a mãe e os seis filhos, imaginando a expressão de felicidade deles,
ao receberem os presentes.
Para os meninos, luvas para o inverno e aviões em miniatura.
Para as meninas, bonecas e bichinhos de pelúcia.
Para a mais velha, já adolescente, perfume e um relógio.
Evidentemente, a família não deveria saber quem eram os
doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural
freqüentada pela família, seria o portador dos presentes.
Na sexta-feira anterior ao Natal, a mãe da família voltou mais
cedo para casa, após o trabalho. Ela recebera uma gratificação
extra do seu patrão. O marido ficou feliz com a notícia.
Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal
para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando
combinar o querer com as necessidades.
Mas, então, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes
a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e não
poderia pagar as despesas médicas.
Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.
Condoídos com a situação, marido e mulher convocaram os
filhos para uma reunião de família e decidiram entregar
a gratificação de Natal a seus amigos.
Comida e despesas médicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.
Algumas horas depois de tomada a decisão,
o pastor foi fazer uma visita para a família.
Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita,
eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe
pediram que entregasse o cheque para a família necessitada.
O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e
concordou em entregar o cheque, com uma condição:
todos eles deveriam acompanhá-lo até seu carro.
Sem entender muito bem o porquê da exigência do pastor,
eles concordaram com o pedido.
Quando atravessaram o portão da casa, eles viram o carro do pastor
abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal
daquele escritório lhes havia mandado, como expressão de amor natalino.
Que Natal esplêndido foi aquele para as duas famílias necessitadas,
para o coração do pastor e para todo o pessoal do escritório!
* * *
Num dia distante, há mais de vinte séculos, o Divino Pastor nasceu
entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente
deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais,
aos corações dos homens de boa vontade.
Até hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se dispõem
a ter boa vontade para com os outros homens.
Boa vontade para se doar, para se dar, para amar.
Este é o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens.
O amor dos homens uns para com os outros,
em nome do Divino Amor que se chama Jesus.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Uma tradição de Natal,
de Pat A Carman, do livro Histórias para o coração da mulher, de
Alice Gray, ed. United Press.
Em 17.12.2008.

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Quarta-feira, Agosto 06, 2008
VERA E FERNANDO (16 anos de casamento)
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Dicas para um casamento feliz
O que faz com que alguns casais vivam anos e anos juntos e desfrutem felicidade?
Natural que não seja a felicidade plena e absoluta. Mas uma vida de alegrias, de compartilhamento.
Casais que superam dificuldades as mais árduas e prosseguem juntos.
Os reveses financeiros, a saúde comprometida, os filhos-problema, tudo é enfrentado a dois, de mãos dadas, consolidando sempre mais a relação.
Alguns que não conseguiram manter o próprio relacionamento conjugal, afirmam que, em verdade, isso é resultado de submissão de um ao outro.
Anulação da personalidade. Comodismo. São variadas as explicações.
No entanto, os que vêem se multiplicar os anos na durabilidade de seu matrimônio, têm seus segredos.
Cada casal tem sua fórmula especial. Mas algumas dicas, com certeza, auxiliam.
Como o casamento feliz é um porto seguro onde se pode relaxar e recuperar das tensões do dia-a-dia, algumas frases não devem ser esquecidas.
Você recorda quando foi a última vez que olhou para sua esposa e lhe disse: Você está deslumbrante hoje?
Quantas vezes vocês se preparam para ir a uma festa, colocam sua melhor roupa, se alinham. E nem olham um para o outro?
Pensem: antes de parecerem bem apresentáveis para os outros, vocês estão no lar, um frente ao outro.
Observe como ele continua um gato, um rapaz saradão. Veja como os fios de prata lhe conferem um ar de maturidade.
Aproveite para dizer: Estou feliz por ter me casado com você.
Já pensou em despertar pela manhã, olhar para o seu cônjuge e dizer: É bom acordar a seu lado!
Que tal uma surpresa no meio do dia com um telefonema breve para dizer: Você sempre será o meu amor!
No jantar em família, olhem nos olhos um do outro.
Agora, é o momento de falar:
Adoro ver o brilho em seus olhos quando você sorri.
E, assim por diante. Não perca a chance de dizer como é bom estarem juntos, compartilharem a mesma casa, as alegrias, as dores.
Tenha sempre em sua mente, frases como:
O que você fez foi muito bom.
Não posso imaginar viver sem você.
Você é muito especial.
Sinto muito, o erro foi meu.
Confio em você.
Aprecio cada momento que passamos juntos.
E, quando ele errar o caminho, aproveite para brincar, para rir:
Este é o meu marido! Já sei porque você se perdeu de novo. Quer ficar mais tempo comigo a sós, seu danadinho!
Quando ele estiver muito quieto, pergunte:
Em que você está pensando?
Quando rusgas acontecerem, seja o primeiro a ceder admitindo: Eu gostaria de ser um companheiro melhor.
Finalmente, não esqueçam de um ao outro dizer a cada dia, quando se despedem, quando cada qual ruma para a sua atividade profissional:
Ore por mim. Vou orar por você.
E, mais importante que tudo, sejam gratos um ao outro, com frases como:
Obrigado por me amar.
Obrigado por me aceitar.
Obrigado por ser meu companheiro.
Você torna meus dias mais brilhantes.
Experimente. Tente. E veja sua relação conjugal frutificar em flores de amor e alegrias.
Redação do Momento Espírita, com algumas frases extraídas do cap. 37, de autoria de Steve Stephens, do livro Histórias para o coração, v. 1, organizado por Alice Gray, ed. United press.
Em 04.09.2008.
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Sexta-feira, Julho 18, 2008
JULGAMENTO ALHEIO
Famosos são os julgamentos da História. O de Nuremberg, que o Mundo todo
acompanhou, opinando pela punição dos que barbaramente, durante a Segunda
Guerra Mundial, haviam torturado e matado seres humanos.
O de Jesus, em que se verifica a injustiça gritando alto e superando o bom
senso da justiça e da verdade.
Julgamentos de pessoas famosas que cometeram atos criminosos ou
desabonadores.
Julgamentos de criminosos que, de alguma forma, envolveram pessoas famosas,
como o caso do raptor do filho de Lindenberg.
Em tais processos, sempre a opinião pública se inflama e de alguma forma,
influencia os próprios jurados, de maneira a que esses condenem ou absolvam.
Desde as primeiras idades, quando a chama tênue do pensamento de justiça
acendeu no homem, ele começou a julgar os seus irmãos.
Muitas vezes, o sentimento de justiça ficou empanado pelas paixões e
interesses mesquinhos, levando o homem a cometer erros, punindo seu
semelhante com o cerceamento da liberdade, o confisco de bens e a morte.
Nos dias atuais, prosseguimos a julgar o semelhante com todo rigor, sem
estabelecer critérios e princípios básicos.
Afoitos, opinamos e damos a nossa sentença tão logo a imprensa torne pública
a conduta desta ou daquela criatura, embora desconhecendo detalhes e razões.
E não tememos aumentar um pouco a intensidade da falta cometida, mesmo para
justificar a impiedade com que julgamos e a sentença que proferimos.
Por vezes, a inveja por não ter conseguido alcançar a posição social, o
cargo ou a função do julgado, nos incita ainda mais ao julgamento
arbitrário.
E, mesmo assim, prosseguimos a nos afirmar cristãos. Seguidores de Jesus que
ensinou:
"Não julgueis para não serdes julgados, porquanto sereis julgados conforme
houverdes julgado os outros."
Há necessidade de cultivarmos a indulgência e a empatia. A indulgência para
olharmos os que erram com olhos de quem sabe que o equivocado é sempre um
Espírito enfermo.
Não necessita do nosso frio julgamento, mas do nosso auxílio para superar
sua problemática.
A empatia, a fim de nos situarmos no lugar daquele que julgamos e nos
indagarmos se fôssemos nós os julgados, como nos sentiríamos?
Fosse nosso filho o julgado, como estaria o nosso coração?
A questão do julgamento nos parece fácil, porque os que são trazidos à barra
pública do Tribunal não passam de números. Sequer nos recordamos que são
seres humanos.
Mas são Espíritos imortais, exatamente como nós, e merecem receber justiça,
não impiedade ou a carga das nossas frustrações.
Você sabia?
Você sabia que a autoridade para censurar está na razão direta da moralidade
daquele que censura?
Que, aos olhos de Deus, a única autoridade legítima é a que se apoia no
exemplo do bem?
E que a base da Justiça Divina se assenta na misericórdia de nosso Pai
Criador?
É por esse motivo que Ele nos concede a reencarnação como bendita
oportunidade de reparação de nossas faltas, ao tempo que nos faculta crescer
e produzir no bem.
Redação do Momento Espírita.
Rabiscado por Blog da Vera
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Quarta-feira, Janeiro 16, 2008
EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA
Queridos amigos, que Jesus nos abençoe:
Irmão vos digo amanhã, porque o dia começa na madrugada.
Afirmo: agora, este
é o momento de nossa transformação moral. Junto com as conquistas do
conhecimento, somos chamados à aplicação da moral espírita. O mundo
convulsionado de hoje, agoniza; e dos escombros que se apresentam como
efeitos da iluminação, surge a esperança de um mundo mais feliz.
Aos depositários deste trabalho compete a tarefa de aplicar os tesouros da
Doutrina Espírita na argamassa do progresso superior da Humanidade. Os
desafios são perturbadores, as dificuldades parecem impedir a realização
nobre, mas Jesus não nos oferece facilidades frente ao mundo e a César. As
tarefas de grande porte, hoje, pertencem aos cristãos espíritas.
Provenientes de um passado conflitante, comprometemo-nos, novamente, a
servir a Humanidade no álgido de sua evolução tecnológica, com os valores do
Amor a Deus e ao próximo.
Se fosse solicitada uma diretriz para esse serviço, não a encontraríamos em
outra regra que não fosse aquela de ouro, apresentada pelo Divino Mestre:
"Amar a todos"; "Abençoar aos que nos perseguem e caluniam"; "Perdoar tantas
vezes quanto sejam necessárias"; "Servir sem esperanças de receber
retribuição"; "Colocar, sobre os ombros, a cruz da sublimação evangélica
para depositá-la no calvário da liberdade espiritual."
Fostes convidados para lavrar a terra virgem do coração infantil. A criança
e o jovem de hoje podem preservar a grandeza destes valores, sem o
entorpecimento das paixões grosseiras que resultam da herança ancestral do
primitivismo do próprio espírito. Oferecer-lhes as técnicas de resistência
para superar o mal, que reside em nós mesmos, é o ministério para o qual vos
preparais com objetivo de futuro.
Permanecereis ainda depois de sair do corpo, viajando nessas mentes e
corações que se chamam manhã desde hoje, ampliando os horizontes felizes da
Humanidade.
Não temais!
Tenhais coragem!
Servir à Doutrina Espírita é a honra que suplicastes viver na atual
conjuntura reencarnacionista. Elegestes Jesus e será inevitável que sofreis
as agressões do mundo enfermo e violento.
Jesus é Paz. O mundo é conflito.
Jesus é Luz. O mundo é sombra.
Jesus é Amor. O mundo é egoísmo.
Colocando o Amor acima dos interesses ególatras, transformai-vos em eternos
mensageiros da esperança, derramando a luz da Verdade entre as sombras que
perturbam as consciências humanas.
Ide, pois, heróis da Era Nova, erguendo o estandarte da paz, lutando com as
armas da educação e do amor: educação que equilibra, que redescobre os
valores da inteligência e do sentimento, e amor que fala ao infinito da
perfeição.
Bezerra de Menezes
(De "Rumo às estrelas", de Divaldo P. Franco - Espíritos diversos)

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Domingo, Dezembro 23, 2007
Sem desânimo
Um homem se acha perdido no deserto e a sede o martiriza terrivelmente.
Desfalecido, cai por terra, pede a Deus que o assista e espera.
Nenhum anjo vem lhe dar de beber.
Contudo, um bom Espírito lhe sugere a idéia de levantar-se e
tomar um dos caminhos que tem diante de si.
Em movimento maquinal, reúne todas as forças que lhe restam e se ergue.
Caminha, e percebe ao longe um regato.
Ao divisá-lo, ganha coragem e o alcança.
Se for um homem de fé dirá: "Obrigado, meu Deus,
pela idéia que me inspiraste e pela força que me deste.”
Se lhe falta a fé exclamará: "Que boa idéia eu tive!
Que sorte a minha por tomar o caminho da direita, em vez do da esquerda.
O acaso, às vezes, nos serve admiravelmente!
Quanto me felicito pela minha coragem e por não me ter deixado abater!”
Algumas pessoas dirão: “Mas, por que o Espírito não lhe falou claramente:
segue este caminho e encontrará o que procura?
Desta maneira, teria provado a providência divina.”
Os Espíritos, nossos protetores, não nos dão a resposta pronta e,
sim, nos apontam caminhos, porque nos ensinam que devemos andar
com nossas próprias pernas.
É que devemos confiar em Deus e submetermo-nos sempre à Sua vontade.
Deus faz conosco como um pai ou uma mãe que vê seu filho cair e que,
sabendo não haver nenhum perigo,
fica à distância para que se levante sozinho.
Se a criança vê a mãe, começa a chorar e não sai do lugar.
Mas se, ao contrário, percebe que ninguém está por perto, reúne suas forças e se levanta.
Qual ocorreu com o viajor do deserto, acontece conosco no dia-a-dia.
Quantas vezes nos sentimos sem forças para continuar a caminhada?
Sentimo-nos exauridos, pois tantas são as lutas no lar, com os familiares difíceis.
Na sociedade, é um amigo desajustado que nos perturba.
No trabalho, é o chefe inconseqüente que dificulta, muitas vezes,
o nosso progresso profissional.
Vem o desestímulo com nossa tarefa de educadores,
com aquele filho que não nos ouve.
Outras vezes, são aqueles a quem buscamos ajudar e
que nos respondem com ofensas.
São tantos os revezes, que sentimos vontade de desistir de tudo.
Falta-nos até mesmo a fé.
Geralmente nesses momentos esquecemo-nos de buscar
forças através da prece. Rogar a Deus que nos ajude a cultivar a renúncia,
pelo bem de todos.
E quanto àqueles a quem fazemos o bem,
não nos cabe esperar elogios nem agradecimento, a exemplo de Jesus.
Agindo assim, estaremos espalhando as sementes do amor,
deixando ao sublime jardineiro a colheita.
"O grande bem de todos é feito nos pequenos sacrifícios de cada um.”
A partir daí podemos pensar numa sociedade mais feliz!
* * *
Não permitamos que o desânimo e a falta de fé se instalem em nossas almas!
Se percebermos que as nossas forças estão se esgotando,
busquemos imediatamente o amparo junto ao coração magnânimo do nosso irmão maior, Jesus.
Ele, que jamais nos abandonou, suprirá as nossas carências,
dando-nos coragem para superar os obstáculos.
Redação do Momento Espírita com base no item 8 do cap. XXVII de
O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no cap. 35
do livro O espírito de verdade, de Espíritos diversos,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 21.12.2007

Rabiscado por Blog da Vera
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Quarta-feira, Dezembro 05, 2007
Suporte com coragem o fardo de sua dor, avançando na estrada da vida
heroicamente, ainda que seja um centímetro por dia...
Lembre-se de que hoje, a noite maternal lhe enxugará o pranto com o repouso
obrigatório, e de que amanhã o dia voltará, renovando todas as coisas.
Lembre-se, ainda, que a esperança sempre surge com os primeiros raios da
aurora.

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Sábado, Dezembro 06, 2003
A VIDA
(Henfil)
"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida
de
verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado
antes
de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida
de
verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para
a
felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar;
especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não
espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;
Até que você volte para a faculdade;
Até que você perca 5 quilos;
Até que você ganhe 5 quilos;
Até que você tenha tido filhos;
Até que seus filhos tenham saído de casa;
Até que você se case;
Até que você se divorcie;
Até sexta à noite;
Até segunda de manhã;
Até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;
Até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
Até o próximo verão, outono, inverno;
Até que você esteja aposentado;
Até que a sua música toque;
Até que você tenha terminado seu drink;
Até que você esteja sóbrio de novo;
Até que você morra;
E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...
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